"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3:16. "

18/02/2015

Onde Caim encontrou sua esposa?

Esta é uma das perguntas que sempre teimam em reaparecer, algumas vezes usadas para tentar ridicularizar a Bíblia, na sua descrição da criação. 
Mas, para aqueles que perguntam honestamente, Gênesis 5:4 diz que Adão e Eva tiveram outros filhos e filhas, além de Caim e Abel. 
É evidente que Caim escolheu uma esposa entre suas irmãs, ou talvez sobrinhas. Enquanto depois, o casamento com a própria irmã foi condenado como fornicação (Levítico 18), isso foi permitido naqueles primeiros tempos da terra, por causa da necessidade prática. 
Atualmente, o casamento com qualquer parente próximo é desaprovado, porque os filhos daqueles que se casam com parentes próximos correm muito risco de serem retardados mentais ou terem defeitos físicos. 
Isto é devido ao acúmulo dos defeitos genéticos dos parentes próximos. Mas isto não teria causado nenhum problema a Caim. Deus criou Adão e Eva perfeitos. Naquelas primeiras gerações deve ter havido pouca herança acumulada de defeitos a serem passados aos filhos. Então, não houve nenhum problema no casamento entre parentes próximos e Deus, obviamente, o permitiu.

Vivemos em uma época em que algumas pessoas tentam, freqüentemente, invalidar a doutrina da criação. Ela é chamada mito ou conto de fada. Mas a Bíblia apresenta a criação como História e Jesus aceitou as palavras de Gênesis como historicamente verdadeiras (Mateus 19:4-6). 
Enquanto é verdade que Deus poderia ter resolvido criar o homem pela evolução ou de muitas outras maneiras, a Bíblia ensina que Deus de fato escolheu criar o homem diretamente a partir do pó do chão e soprar nas suas narinas o sopro da vida. 
Faríamos bem em aceitar a palavra de Deus neste assunto, porque nós não estávamos lá!


Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/bd16.htm
-por Gary Fisher

04/10/2014

O que aconteceu no período intertestamentário


O que aconteceu no período intertestamentário

O tempo entre a última parte do Antigo Testamento e a aparição de Cristo é conhecido como o período intertestamentário (ou “entre os testamentos”). Porque não houve nenhuma palavra profética de Deus durante esse período, alguns o chamam de “400 anos de silêncio”. A atmosfera política, religiosa e social da Palestina mudou significantemente durante esse período. Muito do que aconteceu foi predito pelo profeta Daniel (veja Daniel capítulos 2,7,8 e 11 e compare os eventos históricos).

Israel estava sob controle do Império Persa entre 532-332 A.C. Os persas deixaram os judeus praticarem sua religião com pouca interferência, até mesmo dando-lhes permissão para reconstruir e adorar no templo (2 Crônicas 36:22-23; Esdras 1:1-4). Esse período inclui os últimos 100 anos do Antigo Testamento e mais ou menos os primeiros 100 anos do período intertestamentário. Esse tempo de paz e contentamento foi um de calma bem antes da tempestade.

Alexandre o Grande derrotou Dário da Pérsia, assim introduzindo o reinado grego ao mundo. Alexandre foi um aluno de Aristóteles e era bem educado na filosofia e política gregas. Ele exigiu que a cultura grega fosse promovida em todo território conquistado. Como resultado, o Antigo Testamento hebraico foi traduzido ao grego, tornando-se a tradução conhecida como a Septuaginta. Alexandre permitiu liberdade religiosa aos judeus, apesar de fortemente promover os estilos de vida gregos. Isso não foi uma boa direção dos eventos para Israel, já que a cultura grega era uma ameaça a Israel por ser muito humanística, mundana e que não agradava a Deus.

Depois que Alexandre morreu, a Judeia foi reinada por uma série de sucessores, culminando com Antíoco Epifânio. Ele fez muito mais do que apenas recusar liberdade religiosa aos judeus. Em mais ou menos 167 A.C., ele aboliu a linha do sacerdócio e profanou o templo com animais impuros e um altar pagão (veja Marcos 13:14). Isso foi uma espécie de estupro religioso. Eventualmente a resistência judaica a Antíoco restaurou os sacerdortes e resgatou o templo. O período que seguiu, no entanto, foi um de guerra e violência.

Em mais ou menos 63 A.C., Pompeu de Roma conquistou a Palestina, colocando toda Judeia sob o controle de César. Isso eventualmente fez com que o imperador romano e senado fizessem de Herodes o rei da Judeia. Essa seria a nação que muito exigiu dos judeus, controlando-os demasiadamente e eventualmente executando o Messias na cruz romana. As culturas romana, grega e hebraica agora estavam misturadas na Judeia, com todas as três línguas faladas comumente.

Durante o período de ocupação grega e romana, dois grupos politicos e religiosos bastante importantes passaram a existir. Os Fariseus adicionaram à Lei de Moisés através de tradição oral – eventualmente considerando suas próprias leis como sendo mais importantes (veja Marcos 7:1-23). Enquanto as ensinamentos de Cristo frequentemente concordavam com os dos fariseus, Ele era contra o seu legalismo e falta de compaixão. Os Saduceus representaram os aristocratas e ricos. Os Saduceus, os quais tinham bastante poder através do Sinédrio (algo parecido com a Suprema Corte), rejeitaram todos os livros do Antigo Testamento, menos os Mosaicos. Eles se recusaram a acreditar na ressurreição, e eram como uma sombra dos gregos, a quem admiravam grandemente.

Essa coleção de eventos que preparam o palco para a vinda de Cristo teve uma grande influência no povo judeu. Os judeus e pagãos de outras nações estavam descontentes com a religião. Os pagãos estavam começando a questionar a validez do politeísmo. Romanos e gregos se afastaram de suas mitologias em direção às Escrituras, as quais podiam ser lidas em grego e latim. Os judeus, no entanto, estavam desanimados com a situação. Mais uma vez, eles foram conquistados, oprimidos e poluídos. A esperança estava nas últimas, a fé mais ainda. Eles estavam convencidos de que a única coisa que podiam salvar a eles e a sua fé era a aparição do Messias.

O Novo Testamento conta a história de como a esperança surgiu, não só para os judeus, mas para o mundo inteiro. A realização de Cristo das profecias foi antecipada e reconhecida por muitos que O procuraram. As histórias do centurião romano, dos reis magos e do fariseu Nicodemos mostram como Jesus foi reconhecido como o Messias por aqueles que viveram no Seu tempo. Os “400 anos de silêncio” foram quebrados pela história mais maravilhosa jamais contada – o Evangelho de Jesus Cristo!


Leia mais:http://www.gotquestions.org/Portugues/periodo-intertestamentario.html#ixzz3FCU2hnQq

26/09/2014

SEGUINDO O EXEMPLO DE CRISTO!

SEGUINDO O EXEMPLO DE CRISTO!

“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hebreus 10.25).

  Qual é o tema abordado aqui?
Se lermos alguns capítulos da carta aos Hebreus, percebemos que o assunto abordado tem muito a ver com as reuniões formais da igreja. E, o ponto fulcral é ensinar-nos que a participação na reunião da igreja  não é apenas o nosso dever, mas também o nosso suporte, o meio pelo qual somos fortalecidos e incentivados a perseverar no Senhor.
O ajuntamento público do povo de Deus é um dos meios apontados pelo próprio Deus para nos guardar. A isso chama-se: um “meio da graça”, ou, numa linguagem mais acessível, reunimo-nos porque precisamos fazê-lo.
_ Quem são essas pessoas tão fortes e tão supremamente santas, que não precisam desse meio de graça designado por Deus?
_ Elas são realmente tão fortes, tão seguras, tão maduras e tão independentes que não precisam da adoração e do ministério comum da Palavra que o Bom Pastor designou para as Suas ovelhas?
_ Não haverá nisso muita arrogância da parte daqueles que se acham melhores do que a igreja? Quanta tolice...
As pessoas que acham que podem fazer a caminhada cristã fora da "igreja", estão a cortejar o pior de todos os perigos e parecem não se dar conta disso.
Se realmente somos cristãos, se nascemos de novo, o nosso exemplo, em tudo, deve ser o nosso Salvador. No tocante à reunião do povo de Deus num lugar público criado para esse efeito , também aqui, o nosso Senhor  é o exemplo que devemos seguir. Após o seu baptismo e a tentação no deserto, Ele voltou para Nazaré e, no sábado foi à reunião na sinagoga “como era seu costume”. A Bíblia mostra-nos que era prática do nosso Senhor participar, com o povo de Deus, no culto público de adoração.
_ Se o nosso Senhor e Salvador, aqu'Ele que acima de todos os outros era agradável a Deus em todas as coisas,  o único Homem supremamente perfeito, sem sombra de pecado, o próprio Deus encarnado; nos deu o exemplo de que, mesmo Ele, não negligenciava o culto público regular, quem somos nós para pensar que o podemos fazer?
_ Será que no tempo de Jesus  havia perfeição nas pessoas que congregavam com Ele? Não creio nisso. Mas, a despeito das imperfeições, da falta de amor, de  humildade e de tudo o que acontecia ali, que era indigno d'Ele, Cristo viu o culto público como uma provisão divina para a sua vida. Mesmo o nosso Senhor precisava disso e foi fiel.
Porque é que vamos à "igreja", ao templo ou à casa de oração?
_ Vamos à "igreja" porque fazemos parte dela, precisamos dela e é gratificante para nós, mas, creio que o principal motivo que nos devia levar lá é o amor e a obediência ao Deus que nos salvou e que  nos ordena a fazê-lo. A Palavra de Deus diz-nos que, se realmente O amamos, amamos os nossos irmãos _ "Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." (1 João 4:20-2) _  então, a nossa participação nas reuniões públicas é uma oportunidade para exercer esse amor e para compartilhar as alegrias e as tristezas que nos unem em Cristo.
Saibamos ou não, aceitemos ou não, não podemos viver uma vida cristã saudável e plena sem esses encontros. E... A nossa atitude em relação a isto diz tudo sobre nós e a nossa condição em Cristo.
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25/09/2014

A Luta Contra o Pecado

Clodoaldo Machado

27 de Maio de 2013 - Crescimento
Quando aconteceu nossa conversão, imediatamente fomos colocados num campo de batalha. Iniciamos uma guerra que seguirá até o fim de nossas vidas neste mundo. Esta é a guerra contra o pecado. Somente os salvos travam esta batalha. Quando não éramos filhos de Deus, não oferecíamos resistência ao pecado, pelo contrário, Jesus disse que éramos escravos dele e, por isso, sempre o servíamos. "Digo- lhes a verdade: Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado." (Jo.8.34). No momento de nossa conversão, Jesus nos libertou da escravidão do pecado, nos fez Seus servos e passamos então a ter o pecado como nosso inimigo.
Muitos crentes ignoram este fato e não parecem estar numa guerra. Como escreveu John McArthur: "Hoje, boa parte da igreja visível, parece imaginar que os cristãos devem estar numa diversão, e não numa guerra." (A Guerra pela Verdade. Editora Fiel. p.15). Se somos verdadeiros cristãos, estamos numa grande batalha e esta é uma batalha que requer nossa constante atenção. Ainda que não sejamos mais escravos do pecado, ele continua habitando em nós e quer exercer seu domínio. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos, disse que em sua carne não habitava bem nenhum, pois sabia que ali era a habitação do pecado (Rm 7:18,20). Nesta batalha nosso inimigo não está longe, ele está muito perto, está dentro de nós, na nossa carne.
Como então podemos obter vitória nesta tão importante batalha?
Primeiro temos que ter a consciência de que esta batalha existe. Não podemos ignorar esta luta, não podemos ignorar nosso inimigo. Não podemos, de forma alguma, achar que esta é uma luta fácil. Quando um crente não tem consciência desta luta e não reconhece sua dificuldade, mas encara a vida cristã como um mero estilo de vida que escolheu para si, ele perde esta batalha. Sua vida então não reflete o caráter de Deus e Deus não é glorificado por ele. Infelizmente  vemos muitos que se dizem seguidores de Jesus e que não demonstram estar numa batalha. Desejam um evangelho que lhes ofereça muito entretenimento, muita distração, muitas frases de efeito, muita música (e estas sem letras pensadas e refletidas), muita diversão de fato. O caminho em que estão não se parece como aquele apontado por Jesus. Nosso Senhor foi enfático ao dizer que a porta é estreita e o caminho é apertado. "Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela." (Mt 7:13,14). Portanto, não se passa por este caminho como num passeio no bosque. Passa-se, sim, com os olhos bem abertos, vigilantes, observando minuciosamente para não sermos surpreendidos pelo inimigo. É preciso ter a consciência de que estamos numa batalha.
Segundo, é preciso sermos sensíveis à pessoa do Espírito Santo. Ao nos enviar para esta batalha, Deus não nos deixou a sós. Ele deu-nos seu Santo Espírito que sempre está conosco. Jesus disse: "E eu pedirei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco."(Jo 14:16). O que o Espírito Santo faz em nossas vidas? O evangelho de João nos diz que uma das coisas que Ele faz é nos ensinar e nos lembrar de tudo o que temos aprendido. "Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito." (Jo 14:26). Em nossa batalha contra o pecado, isto é muito importante. Quando somos lembrados daquilo que temos aprendido é para que pratiquemos e, assim, não soframos a derrota. Por isso, não devemos ignorar esta lembrança que o Espírito Santo nos faz. O apóstolo Paulo escreveu aos tessalonicenses: "Não apagueis o Espírito". (1 Ts 5:19). Por ignorar o agir do Espírito em sua vida, o crente se torna insensível e assim o apaga. Isso nos leva a concluir que muitos crentes podem estar caminhando fora dos padrões de Deus por estarem ignorando o agir do Espírito Santo em suas vidas.
Outra ação do Espírito Santo está relatada em Romanos 8:16: "O próprio Espírito testifica com nosso espírito que somos filhos de Deus."  É uma ação importante dele ao nosso favor. No contexto deste versículo, o apóstolo Paulo está falando de nossa adoção na família de Deus. Ele está dizendo que agora somos Seus filhos e que esta adoção é tão verdadeira que o Espírito Santo testemunha ao nosso favor, afirmando o direito que temos de sermos tratados como filhos de Deus. Isso implica que Deus não deseja que nos esqueçamos de nossa identidade, somos Seus filhos. Termos a consciência constante desta nossa nova identidade ajuda-nos em nossa luta contra o pecado. Quando o pecado quer exercer seu domínio sobre nós, devemos lembrar de quem somos filhos e devemos ser santos como santo é o nosso Pai. Como filho de Deus, devo expressar Seu caráter, deve brilhar em mim Sua luz. Esquecer-me deste fato vai me levar à derrota e Deus não será glorificado.
Portanto, para se obter vitória sobre o pecado, é preciso ser sensível ao Espírito de Deus. Paulo escreveu que não devemos entristecê-lo, ao contrário, devemos fazer a sua vontade. "E Não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes  selados para o dia da redenção." (Ef 4:30). Habitando em nós, Ele não nos deixa à vontade para pecar, Ele age e é preciso sermos sensíveis. Por isso Paulo escreveu: "Andai em Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne, porque a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais porventura o que seja do vosso querer." (Gl 5:16,17). Assim, sejamos sempre sensíveis ao Espírito Santo, para que vençamos a batalha contra o pecado.
Por último, em nossa luta contra o pecado, temos a preciosa Palavra de Deus. Nosso Deus não nos envia para a batalha sem nos dar suprimento. Um soldado faminto não terá êxito. Por isso Ele nos alimenta com Seus preciosos ensinos. Não é sem motivo que Pedro escreveu que devemos desejar ardentemente, como crianças recém nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele nos seja dado o crescimento para a salvação (1Pe 2:2) . Sem os ensinos da Palavra sofreremos derrota. O crente que não tem interesse em aprender está perdendo o tempo todo. Deus deu Sua Palavra para que possamos lê-la e meditarmos nela. Não somente isto, mas também nos deu a Igreja para que possamos ser instruídos. Ele dotou pessoas com o dom do ensino que na igreja vão nos ensinar, nos admoestar, nos exortar através da Palavra. Isto vai nos dar forças para que prossigamos firmes nesta batalha.
Temos visto uma reformulação da igreja em muitos lugares. Um novo modelo surgiu no qual o ensino da Palavra de Deus tem sido substituído por outras atividades como teatros, músicas e filmes. Estas coisas não são ruins em si mesmas, mas tornam-se muito nocivas quando são colocadas como substitutas da Palavra de Deus formalmente pregada e ensinada. O método que Deus estabeleceu, no qual um fala e os outros ouvem, tem sido considerado obsoleto por muitos, e a Palavra de Deus tem perdido espaço em muitos arraiais. Paulo ordenou a Timóteo que pregasse a Palavra (2Tm 4:2). Ele deveria falar e outros ouvirem. Este é um expediente que nosso Senhor criou para que sejamos nutridos com Sua Palavra. Não rejeitemos, pois, o alimento espiritual, para que possamos estar sempre firmes em nossa luta. Certamente, sem o  envolvimento com uma igreja local que ensina com firmeza a Palavra de Deus o crente será derrotado.
Temos, portanto uma batalha para travar, porém não estamos sós. Deus tem estado conosco, tem nos dado Seu Espírito e Sua Palavra. Crentes verdadeiros estão sempre atentos, apostos como soldados vigilantes. Lembremos, portanto, que na nossa luta contra o pecado, ainda não temos resistido até ao sangue (Hb 12:4).
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24/09/2014

5 Motivos Por Que Você Deve Pregar Sobre a Ira de Deus

5 Motivos Por Que Você Deve Pregar Sobre a Ira de Deus

Steven J. Lawson18 de Setembro de 2014 - Evangelização
O reformador de Genebra João Calvino disse: “A pregação é a exposição pública da Escritura pelo homem enviado de Deus, na qual o próprio Deus está presente em juízo e em graça”. O fiel ministério do púlpito requer a declaração tanto do juízo como da graça. A Palavra de Deus é uma espada afiada de dois gumes, que suaviza e endurece, conforta e aflige, salva e condena.
A pregação da ira divina serve como um pano de fundo negro, que faz o diamante da misericórdia de Deus brilhar mais do que dez mil sóis. É sobre a tela escura da ira divina que o esplendor da sua graça salvadora irradia mais plenamente. Pregar a ira de Deus exibe do modo mais resplandecente a sua graciosa misericórdia para com os pecadores.
Como trombeteiros sobre a muralha do castelo, que anunciam a vinda de uma catástrofe, os pregadores devem proclamar todo o conselho de Deus. Aqueles que ocupam os púlpitos devem pregar por inteiro o corpo de verdade das Escrituras, o que inclui tanto a ira soberana quanto o supremo amor. s não podem pegar e escolher o que querem pregar. Abordar a ira de Deus nunca é algo opcional para um pregador fiel – é um mandato divino.
Tragicamente, a pregação que lida com o juízo iminente de Deus está ausente de muitos púlpitos contemporâneos. Os pregadores se escusam ao falar da ira de Deus, isso quando não se silenciam por completo. Para magnificar o amor de Deus, muitos argumentam, o pregador deve minimizar a sua ira. Mas omitir a ira de Deus significa obscurecer o seu maravilhoso amor. Parece estranho, mas é falta de misericórdia omitir a declaração da vingança divina.
Por que a pregação da ira divina é tão necessária? Primeiro, o caráter santo de Deus a exige. Uma parte essencial da perfeição moral de Deus é o seu ódio pelo pecado. A.W. Pink assevera: “A ira de Deus é a santidade de Deus incitada a agir contra o pecado”. Deus é um “fogo consumidor” (Hebreus 12.29) que “sente indignação todos os dias” (Salmo 7.11) contra os ímpios. Deus “odeia a iniqüidade” (45.7) e se enfurece contra tudo o que é contrário ao seu perfeito caráter. Ele irá, portanto, destruir (5.6) os pecadores no Dia do Juízo.
Todo pregador deve anunciar a ira de Deus, ou irá marginalizar a sua santidade, amor e justiça. Porque Deus é santo, ele está separado de todo pecado e, por conseguinte, em oposição a todo pecador. Porque Deus é amor, ele se deleita na pureza e, por necessidade, odeia tudo aquilo que é profano. Porque Deus é justo, ele deve castigar o pecado que viola a sua santidade.
Segundo, o ministério dos profetas a exige. Os profetas do passado proclamavam com frequência que os seus ouvintes, por causa de sua contínua impiedade, estavam acumulando para si mesmos a ira de Deus (Jeremias 4.4). No Antigo Testamento, mais de vinte palavras são usadas para descrever a ira de Deus, e essas palavras são usadas, em suas várias formas, num total de 580 vezes. De novo e de novo, os profetas falavam com imagens vívidas para descrever a ira de Deus derramada contra a impiedade. O último dos profetas, João Batista, escreveu acerca da “ira vindoura” (Mateus 3.7). De Moisés ao precursor de Cristo, houve um contínuo esforço para alertar os impenitentes do furor divino que os espera.
Terceiro, a pregação de Cristo a exige. Ironicamente, Jesus teve mais a dizer acerca da ira divina do que qualquer outro na Bíblia. Nosso Senhor falou sobre a ira de Deus mais do que falou sobre o amor de Deus. Jesus alertou acerca do “inferno de fogo” (Mateus 5.22) e da “destruição” eterna (7.13) onde há “choro e ranger de dentes” (8.12). Sem rodeios, Jesus foi um pregador do fogo do inferno e da condenação. Os homens nos púlpitos fariam bem em seguir o exemplo de Cristo em sua pregação.
Quarto, a glória da cruz a exige. Cristo sofreu a ira de Deus por todos aqueles que haveriam de invocá-lo. Se não há nenhuma ira divina, não há nenhuma necessidade da cruz, muito menos da salvação das almas perdidas. De que os pecadores precisariam ser salvos? Apenas quando reconhecemos a realidade da ira de Deus contra aqueles que merecem o juízo é que nós descobrimos que gloriosa notícia é a cruz. Muitos ocupantes de púlpito de hoje se vangloriam de terem um ministério centrado na cruz, embora raramente, se é que o fazem, pregam a ira divina. Isso é uma violação da própria cruz.
Quinto, o ensino dos apóstolos a exige. Aqueles que foram diretamente comissionados por Cristo foram incumbidos de proclamar tudo o que ele lhes havia ordenado (Mateus 28.20). Isso requer a proclamação da justa indignação de Deus contra os pecadores. O apóstolo Paulo advertia os descrentes do Deus que aplica ira (Romanos 3.5) e declara que somente Jesus pode nos “livrar da ira vindoura” (1Tessalonicenses 1.10). Pedro escreve sobre o “Dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios” (2Pedro 3.7). Judas aborda a “pena do fogo eterno” (Judas 7). João descreve “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6.16). Claramente, os escritores do Novo Testamento reconheceram a necessidade da pregação da ira de Deus.
Os pregadores não devem se esquivar de proclamar o justo furor de Deus contra os pecadores que merecem o inferno. Deus tem um dia determinado no qual ele há de julgar o mundo com justiça (Atos 17.31). Este dia está despontando no horizonte. Assim como os profetas e apóstolos, e como o próprio Cristo, nós também devemos advertir os descrentes deste terrível dia vindouro e compeli-los a correrem para Cristo, o único que é poderoso para salvar.
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http://bit.ly/1udcQbu






10/05/2014

A Pedra angular - Cristo

- O canto inferior de uma construção (alicerce) ou a chave de uma abóbada. Refere-se a Jesus, a Pedra que os construtores rejeitaram. Refere-se a Cristo, a declaração de Pedro sobre quem era Jesus, declaração que deu conta do que Jesus era e sobre aquela declaração (de que Ele era o Cristo), a Igreja foi edificada. Muitos interpretam que é sobre Pedro, mas Jesus fez trocadilho com as palavras. Jesus não se referia a Pedro e sim à declaração que Pedro fez ao dizer que edificaria a Sua Igreja. Pedro disse que Jesus era o Cristo e Jesus fez o mesmo com Pedro, dizendo que ele era pedra. Apenas trocadinhos com as palavras, para deixar claro que da mesma forma que o nome de Pedro significava pedra, Ele era o Cristo. E a Pedra que Ele edificou a Sua Igreja foi a declaração de Pedro, de que Ele era o Cristo. Logo, sobre Ele mesmo. Da mesma forma que na representação do corpo, Ele é a cabeça, a parte principal, pensante, comandante, no exemplo da construção Ele é a pedra angular, a principal, a que mantém em ordem a construção.

Fonte: Dicionário Bíblico -
http://www.compartilhandonaweb.com.br/  


30/12/2013

Andando no Espírito



Como fazer para não deixar de andar no Espírito - “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde”... Mt.11:29-30    


VIDA NO ESPÍRITO É ALGO QUE SE RENOVA A CADA MANHÃ. INFELIZMENTE, HOJE EXISTEM PESSOAS SOBRECARREGADAS E ATÉ MESMO DENTRO DA IGREJA. SOBRECARREGADAS POR: CIRCUNSTÂNCIAS, PROBLEMAS E ETC... DEUS QUER NOS LIBERAR DE TODA CARGA ATRAVÉS DESTA VIDA NO ESPÍRITO. (GAL.5:25-26)

COMO FAZER PARA NÃO DEIXAR DE ANDAR NO ESPÍRITO?

1) SENDO FERVOROSO NO ESPÍRITO – Rm 12:11 – SERVINDO AO SENHOR.
Ser fervoroso no Espírito é ser apaixonado pelo Senhor e o seu propósito.
• Infelizmente, hoje a Igreja tem perdido esta paixão.

2)  COMO A IGREJA TEM PERDIDO ESTA PAIXÃO?

A) Quando nós deixamos as coisas preciosas se tornarem coisas comuns.
• Hoje em dia o diabo tem tirado o valor de tudo o que tem valor para Deus – Jo.10:10
• O povo de Deus sempre foi conhecido pela sua alegria em toda história.
• A igreja perdeu o fervor na humanização

B) Quando começamos a depender das coisas externas, de fora, e não do fluir verdadeiro de Deus – Jo.4:23-24
• Para os filhos de Deus a base  de tudo tem que vir de DEUS, Ele é a única fonte dentro de nós
• Somos o seu templo, e temos que viver como tal
• A cada manhã temos que acordar cheios do Espírito

3) VIVEMOS EM UM MUNDO APÁTICO  Rm 12:1-2

• A apatia vem sobre nós quando nós nos conformamos com a situação.
• Temos que tomar muito cuidado com os nossos filhos

4) A IGREJA TEM PERDIDO A VISÃO DO PROPÓSITO DE DEUS, ELA PERDEU O ALVO.

• Uma Igreja que vê o propósito de Deus com clareza é uma Igreja fervorosa – (Num.13 - 14)
• Os que perdem o alvo morrem no deserto.
• O alvo de Deus deve estar estampado em nós.
• Hoje em dia a Igreja tem se voltado mais para a estrutura do que para as vidas.

5) PORQUE O FERVOR É TÃO IMPORTANTE?

Porque ele é primordial na vida da Igreja, é uma prioridade.
Líderes, pastores, músicos, cada serviço deve ser  realizado com paixão a  Deus. Amor e paixão pelos irmãos – (Jo.13:34-35)
• Não podemos fazer a obra de Deus sem paixão!
• Deve ser uma  prioridade na minha vida o que eu amo. Temos que observar na vida dos discípulos o que é prioridade.
• O que queima por dentro deve fazer diferença por fora
• O que queima por dentro você sente o cheiro por fora, e o cheiro deve ser o cheiro de Cristo.
• Eu sei o quanto custou o preço da minha vida para Jesus.
• Eu não devo ficar preocupado em ser o melhor, mas em dar o melhor para Deus, o melhor para o Senhor da minha vida.
• Ser apaixonado por tudo aquilo que Deus ama.

COMO RESTAURAR A PAIXÃO PELO MOVER?

1) OLHANDO PARA JESUS – É IMPOSSÍVEL ALGUÉM OLHAR  PARA JESUS E NÃO FICAR APAIXONADO POR ELE . – Ef 5:14/ Hb 12:2/ 2Co 3:18

• Nós contemplamos o Senhor Jesus, contemplando o verbo = a palavra.
• Contemplar Jesus é contemplar a palavra de Deus.
• Podemos contemplar Jesus olhando para os nosso irmãos – Mt 18:20

2) PODEMOS RESTAURAR A PAIXÃO RETORNANDO AO PRIMEIRO AMOR.

• Deve ser uma prioridade – Ap. 2:4
• Voltar ao primeiro amor fala de valores que se perderam
• Temos que resgatar os valores perdidos
• Primeiro amor é comunhão com Deus

3) DEIXE O ESPÍRITO SANTO ATIVAR OS SEUS DONS.

• Muitos não aprendem a desenvolver os seus dons – Ef 4:8
• Muitos enterraram os seus dons
• Temos que ajudar cada discípulo a desenvolver os dons
• Cada um tem um dom pelo menos – 1Pe 4:10
• A partir do natural Deus dá o sobrenatural

4)  FAÇA TUDO, AINDA QUE SEJA POUCO, FAÇA TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS

• Identifique os dons
• Santifique
• Deus unge tudo isso
• Submeta os seus dons ao corpo
• Submeta os seus dons aos líderes
• Submeta os seus dons a palavra de Deus

- Não agrada a Deus o enterrar os talentos – Mt 25:14-30
- A Igreja deve ser um lugar onde os dons precisam ser despertados

5) VIVA E ANDE PERTO DE GENTE APAIXONADA POR DEUS.

• Jovens, olhem para pessoas apaixonadas por Deus
• No trabalho, seja sócio de pessoas apaixonadas por Deus

6) NUNCA SE ESQUEÇA DE TUDO O QUE DEUS FEZ POR VOCÊ 
  
• Um exemplo negativo – o povo de Israel – Nm 12 e 14
• Sl 103 – Seja sempre grato ao Senhor por tudo, e nunca se esqueça do que Ele  já fez por você.



Fonte: Asaph Borba

29/12/2013

Maria a Mãe de Jesus



Dentre tantas mulheres judias, Deus decidiu escolher uma jovem virgem, de uma família pobre, da cidade de Nazaré, para ser a mãe de Jesus, o nosso Salvador. O seu nome era Maria.
Um anjo lhe apareceu e lhe disse: "... Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres" (Lucas 1:28).

Maria foi escolhida por Deus. Certamente Deus tinha motivos para confiar em Maria tamanha tarefa. Ele conhecia o seu coração, sabia que ela O amava, que ela O conhecia e que iria aceitar a difícil tarefa que lhe foi destinada.
Maria foi escolhida para uma tarefa única na história da humanidade. Ela ia ser a mãe de Jesus.
Quando o anjo abordou Maria, e a pôs ao corrente do plano de Deus, ela não percebeu muito bem. No entanto ela só fez uma pergunta: “como se fará isso” uma vez que não conheço varão.
Desta maneira podemos deduzir que ela se mostrou pronta para o desempenho da tarefa que Deus destinou para ela. Por causa da disponibilidade desta mulher, o plano de Deus estava a cumprir-se.
Maria era uma mulher que conhecia as escrituras e tinha comunhão com Deus. O plano de Deus para a vida de Maria era difícil, mas não era impossível. E Maria estava preparada.
Ela descendia de um povo conhecedor da Palavra de Deus e que era fiel a Deus. Tudo o que ela aprendeu a respeito de Deus iria ensinar a Jesus.
Ela conhecia o livro de Isaías, onde está profetizado a respeito de Jesus, e essa matéria não era desconhecida para Maria.  (Is. 7.14)
Deus não tinha dúvidas de que ela saberia educar o seu filho. Conhecedora da Palavra de Deus, ela saberia faze-lo.
Pv 22:6  Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.

Lc 2:52  E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens.

 Jo 7:15  Então os judeus se admiravam, dizendo: Como sabe este letras, sem ter estudado?

Do mesmo modo que o Senhor conhecia o coração de Maria, Ele conhece o nosso coração.
Muitas vezes queremos trabalhar para o Senhor mas achamos que não estamos preparadas, temos medo de não estar à altura das expectativas de Deus, achamos que temos poucas habilitações, que não sabemos falar, que temos poucos conhecimentos da Bíblia, e muitos outros sentimentos nos assaltam.
Temos vontade de dizer: "Eis-me aqui, Senhor!" mas há um medo enorme que nos assalta e nos sentimos incapazes.
Quem capacita é o Senhor. (2Co 3:5  não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus)
Mas temos que fazer a nossa parte, temos que nos preparar lendo e estudando a Palavra de Deus de modo que possamos amá-lo como também conhecê-lo e lhe obedecer, desejar ser usada por Ele. Desejar servi-lo.

Maria tinha vários obstáculos na sua frente:
Como jovem solteira, ela tinha que enfrentar os seus pais;
Era solteira mas estava comprometida, logo havia também o homem ao qual estava ligada já com um compromisso;
Havia também os seus vizinhos e amigos, os quais poderiam ser um obstáculo.
Depois que o anjo lhe explicou como as coisas iam acontecer, Maria foi pronta na resposta, sem hesitações, sem medo, e acho até que ela o fez com muita alegria:  "Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra ..." (Lucas 1:38). Ela decidiu obedecer apesar dos problemas que iriam surgir.

E nós? Quando nos decidimos por servir ao Senhor, o que precisamos de enfrentar?
Será que também temos que enfrentar a nossa família?
E os nossos vizinhos, o que irão dizer?
E os nossos colegas da escola ou do nosso trabalho? Que pensarão? Que somos fanáticas?
Deus escolheu Maria para ela ser a mãe do Seu Filho unigénito e ela, humildemente e corajosamente, aceitou esta tão difícil mas tão privilegiada missão.
Maria repousou no Senhor e creu que Ele iria suprir todas as suas necessidades e estar com ela em todos os momentos.
O mesmo acontece connosco, Deus tem um plano para as nossas vidas.
Mas cabe a nós próprias a decisão de aceitar esse plano. O princípio de tudo começa por nos prepararmos tal como Maria.
O cântico: Maria começou por louvar ao Senhor, reconhecendo a sua grandeza, e declara que Ele é o seu Salvador.
Maria reconhece a sua pequenez. Apesar de ser uma grande mulher, ela mantém a sua opinião própria de que é uma pequena serva de Deus. Isto revela que Maria era uma mulher humilde, e nem sequer o saber que iria ser a mãe de Jesus, a fez mudar de opinião.
Mas ela foi uma mulher submissa a Deus, e certamente Deus era a sua força. Maria era uma mulher de oração e tinha comunhão com Deus.

Isabel Romão

26/12/2013

PALAVRAS DE JESUS

«Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário?
Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós muito mais do que elas?
Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura?
E pelo que haveis de vestir, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como crescem; não trabalham nem fiam, contudo vos digo que nem mesmo Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles.
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? (Pois a todas estas coisas os gentios procuram.) Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso.
Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. Mt. 6.25-34»


Porquê tanta angústia… tanto medo… tanta ansiedade … tanta vontade de desistir… porquê tantos sentimentos de derrota, sentimentos que nos separam do amor de Deus.
Quando a Palavra do Senhor diz que aquele que está em Cristo é uma nova criação; que somos mais que vencedores em Cristo Jesus; que estamos sentados nos lugares celestiais em Cristo Jesus;
Deus tem cuidado de nós. Ele sabe tudo o que precisamos, seja qual for a natureza da nossa necessidade.
Deus sabe que precisamos de um emprego para que o nosso sustento e o de nossa família seja assegurado.
Deus sabe que necessitamos de saúde para que possamos servi-lo, e para que possamos também trabalhar.
Deus não se esquece de nenhuma das nossas necessidades.
Somos muito preciosos para Deus. Ele nos ama muito e o seu desejo é que possamos usufruir de tudo o que Ele tem para nos dar. Por isso Jesus nos incentiva a buscar em primeiro lugar o reino de Deus.
Tudo começa com a nossa comunhão com Deus, quanto mais perto estamos do nosso Paizinho amado, mais facilidade temos nesse relacionamento.
Tem que ser a nossa prioridade. A cada dia, antes de tudo, estar aos pés do Pai, ler a sua Palavra, falar com Ele (orar), meditar naquilo que lemos, deixar que Ele nos fale. É nesse tempo que Deus vai suprir as nossas necessidades, vai falar ao nosso coração, vai nos dar a sua paz, a sua tranquilidade, vamos sentir segurança.
Nesse tempo Deus vai nos fortalecer, e então estaremos prontos para enfrentar um dia cheio de surpresas que nem sempre são agradáveis, mas que fortalecidos em Cristo Jesus logo pela manhã, as intempéries até parecem fumaça aos nossos olhos.
Louvado seja o Senhor.

Isabel Romão

Os Inimigos da Oração

Todos nós sabemos que às vezes é muito difícil orar. 
Falta-nos palavras, disposição, graça e conexão com os céus. Nossas petições parecem bater em um céu de bronze, não têm acesso ao Trono da graça. 
Mas a Bíblia nos convida a orar sem cessar. A suplicar por aqueles que estão investidos de autoridade para que tenhamos vida tranquila.
"Antes de tudo, pois exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável a Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade." (1 Timóteo 2.1-4)
  
Cansaço: 
O cansaço paralisante que te impede de orar sem cessar. Mas, justamente na oração, podes dominar essa fadiga desnatural, pois a Bíblia diz "Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças. Faz forte ao casado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor" (Is 40.31a, 29). Na oração encontrarás o genuíno vigor.
Distração: 
Dificuldade de concentração. 
O pensamento está longe, as palavras saem mecanicamente vazias. Essa arma do inimigo fica sem efeito com a oração em voz alta. Davi diz no Salmo 55.16-17: "Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio dia farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz". Quando a distração te assaltar, clame em voz alta e ela não terá influência sobre você. O Senhor ouvirá o seu clamor.
Intranquilidade: 
Há momentos que somos tomados por uma intranquilidade interior sem nenhuma razão aparente. Todavia, seja qual for a razão da nossa intranquilidade: pecado, nervosismo ou incredulidade, ela deve ser removida através da oração. A Bíblia diz: "Confia os teus cuidados ao Senhor e Ele te susterá: Jamais permitirá que o justo seja abalado." (Sl 55.22). No Salmo 42.11, o salmista pastoreia sua alma intranquila: "Por que estás abatida, ó minh'alma? Por que te perturbas dentro em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxilio e Deus meu". Para que este inimigo da oração seja vencido é preciso orar. É na oração que vencemos as perturbações da nossa alma.
Pressa: 
A arma que satanás usa com maior sucesso, contra muitos os que querem orar, é a pressa. Qual é o motivo da sua pressa? Eclesiastes 8.3 diz: "Não te apresses em deixar a presença DELE". Os nossos afazeres não têm fim. Por isso as Escrituras nos exorta a buscar primeiro o Reino de Deus. Este é o segredo de ter nosso tempo multiplicado. As demais coisas nos são acrescentadas após um bom período em comunhão com o Pai.
Desânimo: 
O desânimo é uma arma que paralisa muitas pessoas de oração. Desânimo significa: não olhar longe o suficiente. Infelizmente, nossa geração tem visão curta, busca resultados imediatos pelo menor esforço e o Reino de Deus é tomado pelo esforço. Olhar longe o suficiente é ter os olhos fitos em Jesus. A Bíblia diz: "olhando firmemente para Jesus". Isso significa: não olhar para o visível e olhar para Jesus - olhar na oração! Se você está desanimado por causa de suas derrotas, por causa da dureza dos homens, por causa de situações tristes, Paulo diz: "Em tudo somos atribulados, porém, não angustiados; perplexos, porém não desanimados". Paulo falava sobre o poder da oração. Isaías admoesta: "Fortalecei as mãos frouxas, e firmai os joelhos vacilantes. Dizei aos desalentados de coração: Sede forte, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; Ele vem e vos salvará" (Is 35.3-4). Só há uma maneira de afastar o desânimo: através da oração sincera. A vontade de Deus é que você ore; a vontade de satanás é que você não ore. Você fará a vontade de quem?
Indolência: 
A indolência é uma arma maliciosa, que satanás usará contra aqueles que querem tornar-se pessoas de oração. É a arma da carne, da impotência. Você se ajoelha, quer orar, mas não sai nenhuma palavra. É tudo tão difícil. A carne não consegue orar. Como ficar livre dessa terrível inércia e dessa impotência? Ore com a Bíblia. Leia em voz alta e leia outra vez, as promessas do Senhor. Até que a palavra bíblica se torne viva em seu coração e alcance os céus. Por exemplo, "Jesus, o Senhor diz em sua Palavra para eu pedir e se me dará, para eu buscar que eu acharei, para eu bater que se abrirá. Senhor não consigo pedir, mas tu dizes em sua palavra para eu fazê-lo com perseverança, ajude-me em minha fraqueza" Leia outras passagens sobre as promessas de Deus. Ele responde as orações.
Fonte:  "Livro Chamado a orar de Wim Malgo"

08/09/2013

A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO


“Baseado no livro “7 orações” de Stormie Omartian” Mostra-me, SENHOR, os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. — Salmo 25:4 A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS Quando você convida Jesus para entrar na casa de seu ser, você também deve entregar-lhe a direção da casa (tornando-o Senhor sobre toda a sua vida). No entanto, muitos de nós custam a fazer isso de modo completo. Quer admitamos ou não, hesitamos acreditar que podemos confiar a Deus cada área de nossa vida. A Bíblia diz: Confie no SENHOR de todo o seu coração E não se apóie em seu próprio entendimento; Reconheça o SENHOR em todos os seus caminhos, E ele endireitará as suas veredas. (Provérbios 3:5, 6) Observe o termo (todos). E muito específico. Se quisermos que as coisas dêem certo, temos de reconhecê-lo como Senhor sobre todas as áreas de nossa vida. Tive de estar disposta a dar a Deus o controle das coisas, dizendo com freqüência: "Jesus, peço-te que tu sejas Senhor sobre cada área de minha vida." Então, enquanto ele apontava os lugares onde eu não havia aberto a porta para o seu governo, eu o deixava entrar. A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO TRAZ OS BENEFÍCIOS DE DEUS Algumas pessoas dão a Deus total acesso à casa de seu ser no mesmo instante. Outras o deixam em pé à porta por tempo indeterminado. Quando ele bater em portas diferentes no seu íntimo, saiba que nunca irá forçar a entrada e derrubar as paredes. Ele simplesmente baterá com insistência e calma, e, quando for convidado, entrará para ocupar, com delicadeza, cada canto de sua vida para limpá-lo e reconstruí-lo. Deus não impõe obediência e submissão. Muitas vezes, gostaríamos que ele o fizesse porque seria mais fácil, mas ele nos dá a escolha. Peça a Deus para a ensinar a ser obediente e submissa, por amor a ele e pelo desejo de servir àquele que fez tanto por si. É útil entender que o Senhor está do nosso lado e que nos chamou a uma submissão obediente não tem por objetivo fazer com que nos sintamos um fracasso incorrigível se não fizer tudo certo. Saber que Deus nos pede para viver de um certo modo para nosso próprio benefício (porque ele sabe que a vida só dá certo quando vivida segundo as condições dele) irá ajudá-nos a desejar conhecer os caminhos de Deus e a viver neles. Você começa o processo quando se dispõe a orar: "Deus, não quero que nada me separe de tua presença e amor. E realmente tenho um coração que deseja submeter-se e obedecer. Por favor, mostra-me onde não estou vivendo em obediência e ajuda-me a fazer o que preciso fazer para ser submisso a ti." No minuto em que damos um passo de obediência, Deus dá oportunidades para uma nova vida. A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO TRAZ DESCANSO Descanso é uma "âncora da alma" (Hebreus 6:19) que nos impede de ser lançados no mar da circunstância. Não é apenas um sentimento de bem-estar, de relaxe, ou de uma boa noite de sono; o verdadeiro descanso é um lugar dentro de nós onde podemos ficar tranqüilos e saber que Deus é Deus, independentemente do que, ao que parece, está acontecendo à nossa volta. Jesus diz: "Vinde a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso" (Mateus 11:28). Ele nos instrui a não deixarmos que o nosso coração fique perturbado, mas a resistirmos a isso quando decidimos descansar em uma tranqüila submissão a ele e à sua vontade. Devemos dizer: "Deus, escolho neste dia entrar no descanso que tu tens para mim. Mostra-me como fazer isso." Quando fazemos isso, Deus revela tudo o que está no nosso caminho. Descansar é "[lançar] sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de nós" (1 Pedro 5:7) e aprender a adaptar-se a toda e qualquer circunstância (Filipenses 4:11) — Não necessariamente se alegrar com as circunstâncias, mas poder dizer: "Deus está no controle. Orei por isso. Ele conhece a minha necessidade. Que eu saiba, estou obedecendo em submissão. Posso descansar. Quando nosso coração se afasta daquilo que sabemos que é viver do modo como Deus intentou que vivêssemos, perdemos nosso lugar de descanso. Quando oramos e vivemos segundo a oração de submissão e tranqüila confiança, encontramos o presente do descanso de Deus. A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO LIBERA NOSSOS SONHOS Eu sempre quis uma carreira de sucesso na área do entretenimento. A simples menção disso agora parece, embaraçosamente, superficial, mas era uma motivação afoita na época. Eu desejava ser famosa e respeitada, sem levar em conta o fato de que possivelmente não tivesse o necessário para chegar lá. Depois de receber o Senhor e estar casada havia alguns meses, Deus claramente convenceu meu coração de que eu não mais faria televisão ou comerciais. Eu não sabia ao certo o motivo, mas sabia que não era certo para mim. Todas as vezes em que meu agente me propunha uma entrevista pela qual eu teria morrido antes, a idéia disso me dava uma sensação vazia, desconfortável, semelhante à morte. Uma vez que a paz de Deus não acompanhava a possibilidade de fazê-la, eu recusava todos os trabalhos que me ofereciam. Devemos estar dispostos a dar a Deus a direção total de nossa vida. Sim, Deus, não farei aquele comercial. Sim, Deus, não aceitarei outro programa de televisão. Sim, Deus, não cantarei mais em clubes. Aos poucos, todos os meus trabalhos acabaram. Deus fechou todas as portas que não faziam parte de seu plano para mim. A experiência foi assustadora, mas, ao olhar para trás agora, vejo claramente as razões para isso. Atuar era uma forma de idolatria para mim. Eu o fazia unicamente pela atenção e aceitação que me trazia. Minha identidade estava totalmente dissimulada no que eu fazia. Para mudar isso, Deus teve de levar embora meus meios de definir quem eu pensava ser e ajudar-me a estabelecer minha identidade em Jesus. eu não poderia ser curada de meus sentimentos de inferioridade se eu me estivesse colocando diariamente na posição de ser julgada por padrões superficiais. Cada um de nós deve colocar nossos desejos e sonhos nas mãos de Deus para que ele possa nos libertar daqueles que não estão de acordo com a sua vontade. Temos que submeter nossos desejos e sonhos à vontade de Deus. Se realmente for o que Deus tem para nós, ele irá levantá-lo para fazer isso e muito mais. Se não for, você ficará frustrado enquanto se apegar a isso. Muitas vezes, os desejos de seu coração são os desejos do coração de Deus, mas eles ainda devem ser realizados pela submissão ao modo de Deus. Deus quer que paremos de nos apegar aos nossos sonhos e comecemos a nos apegar a Ele para que Ele nos possa capacitar para estarmos acima de nós mesmos e de nossas próprias limitações. Sempre que abrirmos mão daquilo que desejamos, Deus irá trazê-lo de volta para nós em outra dimensão. Quem quiser salvar a sua vida, a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa, este a salvará. (Lucas 9:24) A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO TRAZ REALIZAÇÃO Quantas vezes pedimos a Deus para nos dar o que desejamos, mas não desejamos dar a Deus o que ele quer? Perdemos o que mais desejamos — completude, paz, realização e alegria — porque não somos obedientes e submissos a Deus. Muitas vezes, não somos obedientes porque não entendemos que Deus estabeleceu certas regras para nos proteger e para o nosso bem. Ele nos intentou e sabe o que mais nos satisfaz. Até os Dez Mandamentos não foram dados para insular culpa, mas como um guarda-chuva de bênção e proteção contra a chuva do mal. Se optarmos por viver fora da esfera de bênção, sofremos as conse¬qüências. A confusão e a escuridão espiritual, então, têm acesso à nossa vida, e somos privados do que Deus tem de melhor. Quando obedecemos em submissão à vontade de Deus, a vida tem simplicidade, clareza e bênção sem limite. Precisamos das leis de Deus porque não sabemos fazer a vida funcionar sem elas. A lei foi dada no Antigo Testamento para mostrar-nos que não podemos, talvez, cumpri-la em termos de energia humana, mas devemos depender de Deus. Precisamos de seu poder para escaparmos da síndrome da morte que nos cerca. A Bíblia diz que foi dada a Noé uma nova lei porque ele fez tudo o que Deus lhe pediu para fazer (Gênesis 6:22). O termo tudo parece assustador em se tratando de obediência porque nós nos conhecemos bem o suficiente para duvidar que possamos fazer tudo. E a verdade é que não podemos. Mas podemos dar passos na direção certa e ver Deus realizar isso em nós enquanto nos rendemos em submissão a ele. A ORAÇÃO DE SUBMISSÃO TRAZ UMA GRANDE RECOMPENSA "Quando chegarei ao ponto em que nunca mais me magoarei por dentro?" Mesmo tendo sido libertada da depressão e minha vida ser muito mais estável, eu ainda vivia em uma montanha-russa emocional. Minhas perguntas para Deus durante aquela época não paravam: "Quando deixarei de me sentir um fracasso?" "Quando não serei devastada pelo que as outras pessoas dizem para mim?" "Quando não verei nenhum indício de azar na minha vida como o fim do mundo?" Enquanto eu lia a Bíblia em uma manhã, meus olhos caíram sobre as palavras: "Por que vocês me chamam 'Senhor, Senhor' e não fazem o que eu digo?" (Lucas 6:46-49). Surge a pergunta: Será que estou sendo levada e destruída por todo vento de circunstância que aparece em meu caminho porque não estou fazendo o que o Senhor diz para eu fazer em alguma área? Eu sabia que estava edificando minha casa sobre a rocha firme (Jesus), e vinha estabelecendo um firme fundamento (na Palavra, na oração, no louvor, na confissão e no contínuo perdão), mas parecia que esse fundamento só poderia ser equilibrado e protegido por meio da obediência. "Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e lhe obedecem" (Lucas 11:28) "[O Senhor] não recusa nenhum bem aos que vivem com integridade" (Salmo 84:11) "Prestem atenção! Hoje estou pondo diante de vocês a bênção e a maldição. Vocês terão bênção, se obedecerem aos mandamentos do SENHOR, o seu Deus, que hoje lhes estou dando" (Deuteronômio 11:26, 27) "Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele" (João 14:23). Deus não deixa de nos amar se não obedecermos. Mesmo que não ame o modo como vivemos, Deus ainda nos ama. Mas somos incapazes de sentir ou desfrutar desse amor plenamente se não estamos vivendo como Deus pretende, em total submissão à sua Palavra e à sua vontade.
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