"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3:16. "

Descansa no Senhor, e espera nele; não te enfades por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa maus desígnios. Salmos 37.7


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26/12/2015

Ilustrações de Natal

Natal - ilustrações de Natal

O Propósito Esquecido do Natal
Será Natal em poucos dias, e algo tem me preocupado, que o ritmo do feriado pode estar obscurecendo o propósito do feriado.
Eu vi uma manjedoura num shopping. Correção, eu mal vi a manjedoura, eu quase não vi. Eu estava com pressa, hóspedes chegando, Papai Noel passando em casa, pregações para terminar, cultos a serem organizados, presentes a serem comprados.
A correria foi tão grande que a cama do Cristo foi quase ignorada, eu quase perdi. E se não tivesse sido por um filho e seu pai, eu teria perdido.
Mas do canto do meu olho eu os vi, um menino de três ou quatro anos, usando jeans e camiseta, olhando para o bebê na manjedoura. O pai, em roupa de trabalho e boné de beisebol, olhando por trás do ombro do seu filho, apontando para José, depois Maria, depois o bebê. Ele estava contando a história ao seu filho.
Os olhos do menino brilhavam, seu rosto estava repleto de maravilha. Ele não falou, apenas ouviu. Ele não se mexeu, apenas olhou. Quais seriam as perguntas que enchiam a cabeça daquele menino? Será que eram as mesmas de Gabriel? O que acendeu o encanto no seu rosto? Era a magia?
E por que é que dentre centenas de filhos de Deus, apenas dois pararam para considerar seu filho? O que é esse demônio de Dezembro que rouba nossos olhos e aquieta nossas línguas? Esse não é o motivo para pararmos e refazermos as perguntas de Gabriel?
A tragédia não é que não podemos respondê-las, mas que estamos ocupados demais para fazê-las.

de Max Lucado. Veja o resto em As Perguntas de Gabriel.


Vinte e cinco perguntas para Maria
- Como era vê-lo orar?
- Qual era a reação dele quando via outras crianças rindo durante a cerimônia na sinagoga?
- Ao ver um arco-íris, ele alguma vez mencionou um dilúvio?
- Você se sentiu estranha ensinando a ele como ele criou o mundo?
- Ele agia de forma diferente quando via um cordeiro sendo levado ao matadouro?
- Você alguma vez o viu com um olhar distante, como se escutando alguém que você não conseguia ouvir?
- Como ele agia em enterros?
- Alguma vez passou pela sua mente que o Deus para quem você orava estava dormindo sob o seu teto?
Você alguma vez tentou contar as estrelas com ele... e conseguiu?
- Ele alguma vez chegou em casa com um olho roxo?...
de Max Lucado
Veja o resto em 25 Perguntas Para Maria

Deus virando homem?
Gabriel não era de questionar, mas dessa vez ele teve que se perguntar.
Deus vai virar um bebê? Gabriel já tinha visto um bebê antes, ele havia sido líder pelotão na operação junco. Ele se lembrava do bebê Moisés.
Isso não tem problema para humanos, ele pensou, mas pra Deus?
Os Céus não conseguem contê-lo, como poderia um corpo? De todo jeito, já viu no que dão aqueles bebês? Dificilmente cabível para o criador do universo. Bebês precisam ser carregados, alimentados e banhados. Só de imaginar uma mãe colocando Deus para arrotar no seu ombro – isso era além do que um anjo poderia imaginar.
E o seu nome – qual era? – Jesus? Um nome tão comum. Tem um Jesus em cada esquina. Até o nome Gabriel tem mais impacto que Jesus. Chamem o bebê de Eminência, Majestade ou Enviado-celeste. Qualquer coisa menos Jesus... Veja o resto em As Perguntas de Gabriel

Seu Reino jamais terá fim.
"Seu Reino jamais terá fim."Lucas 1:33
Em Belém, o ser humano que melhor entendia quem Deus era e o que ele estava fazendo, é a moça adolescente num estábulo fedorento.
Enquanto Maria olha no rosto do bebê. Seu filho. Seu Senhor. Sua Majestade - ela não consegue tirar seus olhos dele agora. De alguma forma, Maria sabe que está segurando Deus.
Então ele é assim. Ela lembra as palavras do anjo. "Seu Reino jamais terá fim." (Lucas 1:33)
Ele parece qualquer coisa menos um rei. Seu choro, embora forte e saudável, ainda é o choro tocante e indefeso de um bebê.
Majestade no meio do comum. Santidade na sujeira e suor. Divindade entrando no mundo, no chão de um estábulo, pelo ventre de uma adolescente na presença de um carpinteiro.
Deus chegou perto!
E Lucas 1:33 afirma, "Seu Reino jamais terá fim."
- de Max Lucado. Veja também de Max Lucado Boca pequena, pés pequenos.

Comum, Nunca Mais
Hoje, na cidade de Davi,
lhes nasceu o Salvador,
que é Cristo, o Senhor.

Lucas 2:11
Era uma noite comum, com ovelhas comuns e pastores comuns.
Daí, o céu escuro explodiu em clareza. Árvores que eram sombras pularam na claridade. Ovelhas caladas tornaram-se um coro de curiosidade. Um momento o pastor estava morto de cansaço, e num instante estava esfregando os olhos e encarando um álien.
Essa não seria nenhuma noite comum.
O anjo veio na noite porque é na noite que as luzes são mais bem vistas e mais bem quistas.
Tudo aconteceu num momento memorável - um momento como nenhum outro.
Deus tornou-se homem. A divindade chegou. Os céus abriram e colocaram o que era mais precioso num ventre humano. Deus chegou perto!
No mistério do Natal, encontramos sua majestade. O mistério de como Deus tornou carne, porque ele escolheu vir, e o quanto ele deve amar o seu povo.
- de Max Lucado. Veja também de Max Lucado De Um Pai Para Outro.

Heroi ou Salvador?
Criamos inúmeros heróis: do rei Arthur a Kennedy; de Lincoln a Lindbergh; de Sócrates a Papai Noel e ao Superman. Esforçamo-nos ao máximo, damos-lhes todo o crédito possível, força sobrenatural e, por um breve momento de glória, temos o nosso tão sonhado herói — o rei que pode resgatar Camelot. Mas de repente a verdade aparece e a realidade emerge em meio à ficção, deixando exposto o interior da armadura. Percebemos, então, que os heróis, por mais maravilhosos que tenham sido, por mais valentes que tenham sido, foram produzi-dos em uma sociedade deturpada, a mesma em que você e eu vivemos.
Exceto um. Houve um que disse ter vindo de um lugar diferente. Houve um que, embora tendo a aparência humana, disse ter vindo de Deus. Houve um que, apesar de ter as feições de um judeu, estampava a imagem do Criador.
Aqueles que o viram — que o conheceram pessoalmente — sabiam que havia algo diferente nele. A um toque de sua mão, os cegos enxergavam. A um comando seu, os paralíticos andavam. A um abraço seu, as vidas vazias enchiam-se de sonhos.
Ele saciou a fome de milhares de pessoas com um cesto de alimentos. Acalmou a tempestade com uma ordem. Ressuscitou os mortos com uma palavra. Transformou vidas com um pedido. Mudou o rumo da história do mundo, morou em um país, nasceu em uma manjedoura e morreu no alto de uma colina.
Durante sua última semana de vida, ele resumiu suas afirmações em uma pergunta. Ao falar de si mesmo, perguntou a seus discípulos: "Que pensais vós do Cristo? de quem é filho?"' (Mateus 22:42)
- de Max Lucado. Veja mais em O Que Homem Nenhum Ousou Sonhar.

O Natal do Filho Pródigo
O jovem pensou que tinha perdido seu lugar no lar. Ele não abandonou seu pai? Ele não desperdiçou sua herança? Ele presumiu que teria perdido também sua filiação. Mas, o pai não desistia assim. Para ele o filho ainda era um filho. Ele pode ter deixado a mesa do lar. Mas, ele nunca saiu da família. Ele pode ter deixado a casa de seu pai. Mas, nunca saiu do seu coração.
Não é bom saber que nós temos um Pai assim também? E não há dia melhor do que este para lembrar esta preciosa verdade. Que Deus lhe ajude a lembrar cada dia do ano o quanto Ele lhe ama e a descobrir o caminho de volta para casa - é só seguir seu irmão mais velho, Jesus. Um Feliz Natal a todos do site da www.hermeneutica.com.
Pai, por todos nós filhos pródigos, todos nós que nos afastamos, ou na caminhada ou no coração, queremos dizer obrigado. Obrigado por ser nosso Pai. Obrigado por nos enviar Jesus. Obrigado, Espírito, por nos agüentar. Que possamos devolver um pouco da felicidade incomparável que conhecemos em ser seus filhos. Obrigado pelo maior presente de todos os tempos - a bênção de sermos chamados filhos de Deus. Em nome e por amor a Jesus oramos. Amém.
- de Dennis Downing. Veja mais em O Natal do Filho Pródigo.

Papai Noel ou Jesus
Quando criamos um redentor (como Papai Noel), fazemos questão de deixá-lo protegido em um castelo bem distante. Permitimos apenas que ele passe muito rápido perto de nós. Permitimos que ele apareça e desapareça rapidamente em seu trenó sem termos a oportunidade de um encontro mais prolongado. Não lhe pediríamos que viesse morar no meio de um povo corrompido. Em nossos mais tresloucados sonhos jamais imaginaríamos criar um rei igual a qualquer um de nós.
Mas Deus criou. Deus fez o que nem sequer ousaríamos sonhar. Fez o que nem sequer poderíamos imaginar. Fez-se homem para que pudéssemos confiar nele. Sacrificou-se para que pudéssemos conhecê-lo. E venceu a morte para que pudéssemos segui-lo.
Isso desafia a lógica. Uma incredibilidade sacrossanta. Só um Deus infinitamente superior a regras e sistemas poderia idealizar um plano tão absurdo quanto esse. Contudo, é a própria impossibilidade de tudo isso que o torna possível. A insensatez da história é sua maior testemunha.
Porque só um Deus poderia idealizar essa insensatez. Só um Criador infinitamente superior aos limites da lógica poderia oferecer tamanho dom de amor.
O que o homem não pode fazer, Deus faz.
Portanto, quando se tratar de presentes e guloseimas, bochechas coradas e narizes vermelhos, vá ao Pólo Norte.
Porém, quando se tratar de eternidade, perdão, propósito de vida e verdade, vá à manjedoura. Ajoelhe-se ao lado dos pastores. Adore o Deus que ousou fazer o que homem nenhum ousou sonhar.
- de Max Lucado. Veja mais em O Que Homem Nenhum Ousou Sonhar.

O milagre de Deus nascendo e morrendo por nós
Pequeno coração ... coração santo... bombeando o sangue de vida pelo universo: Quantas vezes iremos quebrá-lo?
Você será rasgado pelos cravos das nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado sob o peso da sua própria tristeza.
E você será perfurado pela lança da nossa rejeição.
No entanto, naquela perfuração, naquele último rasgar de músculo e membrana, naquele último jorrar de sangue e água, você encontrará descanso. Suas mãos serão liberadas, seus olhos verão justiça, seus lábios irão sorrir, e seus pés lhe levarão para casa.
E lá você descansará de novo – desta vez no abraço do seu Pai.
- de Max Lucado. Veja mais em Boca pequena, pés pequenos.

Maravilhas do Nascimento de Jesus
O onipotente, em um instante, se tornou frágil. O que fora espírito se tornou palpável. Ele que era maior que o universo veio a ser um embrião. E aquele que sustém o mundo com uma palavra decidiu depender para sua nutrição de uma jovenzinha.
Deus como um feto. A santidade adormecida num ventre. O criador da vida sendo criado.
Deus ganhou sobrancelhas, cotovelos, dois rins e um baço. Ele se esticou contra as paredes, e flutuou no líquido amniótico da mãe.
Deus se aproximara.
Ele veio, não como um lampejo de luz ou como um conquistador inacessível, mas como alguém cujos primeiros gritos foram ouvidos por uma camponesa e um carpinteiro sonolento. As mãos que o sustentaram pela primeira vez eram calosas e sujas, mal cuidadas.
Nenhuma seda. Nenhum marfim. Nenhuma festa. Nenhuma pompa.
Se não fosse pelos pastores, não teria havido recepção. E se não fosse por um grupo de contempladores de estrelas, não haveria presentes.
Os anjos olhavam enquanto Maria trocava as fraldas de Deus. O universo observava maravilhado enquanto o Todo-poderoso aprendia a andar. Crianças brincaram na rua com ele. E se o líder da sinagoga em Nazaré soubesse quem estava ouvindo os seus sermões...
- de Max Lucado. Veja mais em De Um Pai Para Outro.

Tudo aconteceu num instante
Tudo aconteceu num instante. Num momento... um momento memorável. O Verbo se fez carne.
Haverá outro. O mundo verá outra transformação instantânea. Veja bem, ao tornar-se homem, Deus possibilitou ao homem ver Deus. Quando Jesus foi para casa ele deixou aberta a porta de trás. Como resultado "transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos".(1 Cor 12:51-52)
O primeiro momento de transformação não foi notado pelo mundo. Mas pode estar certo que isso não acontecerá com o segundo. Da próxima vez em que disser "um momento...", lembre-se que esse é todo tempo que vai ser necessário para mudar o mundo.
de Max Lucado. Veja mais em Num Momento.

Nossa Maior Necessidade
Se nossa maior necessidade tivesse sido para informação, Deus teria nos enviado um educador.
Se nossa maior necessidade tivesse sido por tecnologia, Deus teria nos enviado um cientista.
Se nossa maior necessidade tivesse sido por dinheiro, Deus teria nos enviado um economista.
Se nossa maior necessidade tivesse sido por prazer, Deus teria nos enviado alguém para nos entreter.
Mas, nossa maior necessidade foi por perdão, então Deus nos enviou um Salvador.
- Max Lucado 

Natal - Certo ou Errado?
Se Deus quis que os Israelitas se regozijassem por causa da Sua bondade, nos condenaria Ele por causa de um espírito festivo no Natal? Não foi a mensagem da anjo aos pastores um das "boas novas de grande alegria" ? (Lucas 2:10). É verdade que a Bíblia não nos diz para celebrarmos o aniversário de Jesus. Nem sequer sabemos da data exata, e muito da época tem uma base pagã. Mas isso não faz com que seja errado celebrar, se Cristo ocupa o lugar mais elevado nas nossas vidas. Não pensamos no azevinho e na verdura, como sendo pagãos, assim como não associarmos o Domingo (em inglês – Sunday ou dia do sol) e a Segunda (Monday ou dia da lua) com o louvor e adoração dos deuses do sol e da lua, dos quais estes dias tomaram o nome. Só porque os descrentes abusam da época do Natal, não significa que não possamos gozar esta época. Conserva Cristo no centro. Celebra o Seu nascimento. Canta cânticos de Natal. Reúne-te com a família para festejar. Compra mesmo alguns presentes para lembrar a bondade de Deus. Quando amamos Jesus, Ele abençoa as nossas festividades. - HVL - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Dezembro2000.htm 

O Verdadeiro Sentido do Natal
Até aos crentes pode escapar o sentido da História do Natal se eles não tiverem cuidado. Halford E. Luccock fez um aviso quanto a este perigo num artigo que dá que pensar. Ele escreveu: “Podemos ficar tão fascinados com a história do bebê que ficamos emocionados com ela. Não pede que façamos alguma coisa acerca dela; não exige uma mudança vital na nossa maneira de pensar e de viver. “A grande questão para nós é esta: Será o nosso Natal ainda só uma história acerca de um bebê, ou é mais, uma história imortal acerca da Pessoa na qual o bebê cresceu, que pode redimir o mundo dos seus pecados, e que nos chama para tomarmos parte nos Seus grandes e poderosos propósitos?” - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/1999/Dezembro99.html

As Quatro Idades do Homem
"O homem têm quatro idades: 1ª - quando acredita em Papai Noel, 2ª - quando não acredita em Papai Noel, 3ª - quando é o Papai Noel e 4ª - quando se parece com o Papai Noel." - Fonte: info@pensenisso.com

Os Presentes dos Magos
Os três reis-magos do oriente, que o fazem presenteando-O com ouro, incenso e mirra (Mateus 2.11), respectivamente símbolos da Realeza de Jesus (Apocalipse 17.14), do Sacerdócio de Jesus (Lucas 1.9; Hebreus 10.10-13), e da Sua morte propiciatória (João 19.39).
- Do site de Pr. Walter Pacheco

NATAL INFORMATIZADO:
Dê um CLIQUE DUPLO neste NATAL! ARRASTE JESUS para seu DIRETÓRIO PRINCIPAL. SALVE-O em todos SEUS ARQUIVOS PESSOAIS. SELECIONE-O como seu DOCUMENTO MESTRE. Que Ele seja seu MODELO para FORMATAR sua vida: JUSTIFIQUE-a e ALINHE-a À DIREITA e À ESQUERDA, sem QUEBRAS na sua caminhada. Que Jesus não seja apenas um ÍCONE, um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ, mas o CABEÇALHO, a LETRA CAPITULAR, a BARRA DE ROLAGEM de seu caminhar. Que Ele seja a FONTE da graça para sua ÁREA DE TRABALHO, o PAINTBRUSH para COLORIR seu sorriso, a CONFIGURAÇÃO de sua simpatia, a NOVA JANELA para VISUALIZAR o TAMANHO de seu amor, o PAINEL DE CONTROLE, para CANCELAR seus RECUOS COMPARTILHAR seus RECURSOS e ACESSAR o coração de suas amizades.. COPIE tudo que é bom DELETE seus ERROS. Não deixe à MARGEM ninguém, ABRA as BORDAS de seu coração, REMOVA dele o VÍRUS do egoísmo. Antes de FECHAR, Coloque JESUS nos seus FAVORITOS e seu Natal será o ATALHO de sua felicidade! CLIQUE agora em OK para ATUALIZAR seus CONTEÚDOS!
- Do site de Pr. Walter Pacheco

O Que É Natal Para Você?
Não há muito tempo, um professor de psicologia, em uma de nossas grandes universidades, deu um teste de sugestão de palavras para sua classe de 40 alunos. Ele os instruiu para escrever a palavra "Natal" e toda a classe fez isso. "Agora", disse o professor, "escrevam ao lado da palavra Natal, tudo o que vocês lembram a respeito desse dia". Quando os alunos entregaram as suas listas de palavras, o que o professor encontrou foi: árvore, pinheiro, presentes, peru, festa, feriado, cantata, Papai Noel, mas ninguém escreveu: "o aniversário de Jesus".
Da mesma forma que não havia lugar para o bebê Jesus na pousada, não há lugar para Ele na celebração do Natal. Que importância temos dado à festa de Natal? Temos, como quase todo mundo, aproveitado esta data para nos encher de comida, para beber até não podermos mais, para mostrar a todos as nossas roupas novas, para exibir os nossos presentes? Para nós, cristãos, o Natal nos faz lembrar que Jesus nasceu.
O calendário religioso apresenta o dia 25 de dezembro como a data do nascimento de Cristo. Está este dia correto? Creio que isso é o que menos importa. Estamos felizes porque Jesus nasceu. Nasceu para nos dar a paz, para encher nossos corações de regozijo, para perdoar os nossos pecados, para nos ensinar a amar. Jesus nasceu! Ele não encontrou lugar nas pousadas de Belém, mas deseja encontrar lugar em nossos corações. Ele nasceu para ser o nosso Salvador, o nosso Senhor, o companheiro de todos os dias e de todas as situações. Jesus nasceu! E quem recebeu o presente fomos nós... Estamos preocupados com as comidas e as bebidas da festa Natalina? Claro que não! O que desejamos, ardentemente, é nos fartar da graça de nosso amado Redentor. Glória a Deus! Jesus nasceu! Nasceu para mim, para você, para todos aqueles que compreendem o que significa, verdadeiramente, o dia de Natal. Jesus nasceu! Parabéns ao aniversariante. Parabéns para todos nós.
- Do site de Pr. Walter Pacheco

Uma Conversão no Natal
R. C. Sproul conta no seu livro "A Alma Em Busca de Deus", que quando era um garoto, seus pais o fizeram ir à igreja; e ele detestava; achava o momento de domingo passado na igreja de o mais longo e o mais tedioso da semana. Para ele a única hora que apreciava ir à igreja era na véspera de Natal, porque gostava das músicas de Natal e dos hinos do coral. Ele tinha alguma predileção por aquele espírito natalino; mas não era um cristão. Mais tarde, já sendo cristão, Sproul conta que a primeira cerimônia da véspera de Natal após a sua conversão, havia se tornado inesquecível. Sua alma ficava extasiada, e toda a alegria de antes fora superada pelo deleite glorioso que agora ele conhecia. Cada cântico tinha um novo significado. As letras dos hinos eram doce para ele, de modo que aquela primeira véspera de Natal após sua conversão, fora um verdadeiro banquete espiritual, pois, celebrava pela primeira vez, o advento do Salvador. - Duas afirmações chamam a atenção nesta experiência de Sproul: A primeira, foi a atração que a música natalina exercia sobre ele, mesmo sendo ele ainda um não cristão. Ele se agradava do Natal como arte, como espetáculo, como algo que falava ao seu sentimento estético e, quem sabe, ao seu emocional. Entretanto, o Natal para ele era vazio de conteúdo espiritual. A segunda afirmação é a que, quando já convertido e comemora pela primeira vez o Natal de Jesus Cristo, aí a sua alma estava extasiada e que fora um verdadeiro banquete espiritual para ele. É isso aí: o Natal só é uma festa espiritual para os que conhecem a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal. (O Jornal Batista, pg 2 - 17 a 23/12/2001).

Como Cristo é Glorificado
Cristo não é glorificado porque ele nasceu numa manjedoura, mas, porque ele nasce num coração quebrantado. - Charles Spurgeon

Cristo ficou contente
Cristo ficou contente com um estábulo quando nasceu para que nós pudéssemos ter uma mansão quando morremos. (Cristo ficou contente, será que nós estamos?)
- Autor desconhecido - do site www.bible.org

O que Jesus fez por nós
O Criador do homem virou homem para que, Ele, Soberano das estrelas, pudesse ser nutrido no seio materno; para que Ele, O Pão, pudesse ter fome; para que Ele, A Fonte pudesse ter sede; para que Ele, A Luz, pudesse dormir; para que Ele, O Caminho, pudesse cansar da jornada; para que Ele, A Verdade, pudesse ser acusado por falsas testemunhos; para que Ele, O Juiz dos vivos e mortos, pudesse ser julgado por um juiz mortal; para que Ele, A Justiça, pudesse ser condenado pelos injustos; para que Ele, A Disciplina, pudesse ser acoitado por chicotes; para que Ele, A Fundação, pudesse ser suspenso numa cruz; para que Coragem pudesse ser enfraquecido; para que Segurança pudesse ser ferida; para que a Vida pudesse morrer.
Para agüentar estas e outras vergonhas por nós, para nos libertar, criaturas indignas, Aquele que existiu como Filho de Deus antes de todos os tempos, sem começo, aceitou virar o Filho do Homem nestes tempos. Ele fez isso, embora Aquele que se submeteu a tamanha maldade por nossa causa nenhuma mal fez e embora nós, beneficiados por tanta bondade às suas mãos, fizemos nada para merecer estes benefícios.
- Agostinho, Sermões das Estações Litúrgicas

 Misha e Jesus
Em 1994 dois Americanos foram convidados pelo Departamento de Educação da Rússia a ensinarem ética e moralidade (baseado em princípios da Bíblia) em instituições públicas.
Num orfanato eles encontraram 100 meninos e meninas que foram abandonados ou abusados sob a guarda do governo. Os homens contaram a seguinte história:
"Foi no final do ano e na época para as crianças ouvirem a mensagem tradicional de Natal. Contamos para eles sobre Maria e José chegando em Belém. Não achando lugar na hospedaria eles foram ao estábulo onde Jesus foi colocado numa manjedoura. Durante a história as crianças ficaram maravilhadas. Ficaram ligadas em cada detalhe.
Terminamos a história e demos às crianças pedaços de papelão e tecido para cada uma fazer uma manjedoura.
Eu comecei a olhar os trabalhos delas e cheguei à mesa do pequeno Misha. Ele tinha 6 anos e já tinha terminado seu projeto. 
Quando olhei para a manjedoura dele eu vi não um, mas dois nenês deitados.
Eu chamei o tradutor e perguntei porque havia dois nenês na manjedoura. Cruzando seus braços, e olhando a sua manjedoura Misha começou a repetir a história.
Por uma criança tão pequena, que ouviu a história pela primeira vez, ele contou tudo muito bem, até que chegou à parte onde Maria deitou o bebê Jesus na manjedoura.
Daí ele começou a acrescentar alguns detalhes. Ele disse "Quando Maria deitou o neném na manjedoura, Jesus olhou para mim e me perguntou se eu tinha um lugar para ficar. Eu disse a ele 'eu não tenho papai ou mamãe, então não tenho onde ficar.'”
Daí, Jesus disse que eu poderia ficar com ele. Mas, eu disse a ele que eu não poderia porque eu não tinha um presente para ele como todos os outros. Mas, eu queria ficar tanto com Jesus. Então eu tentei pensar em alguma coisa que eu poderia dar a ele como presente. 
Eu pensei que se eu pudesse aquecê-lo que isto poderia ser um presente. Então, eu perguntei a Jesus "Se eu posso aquecer você, isto serviria para um presente?" 
E Jesus me disse "Se você me aquecer, isto vai ser o melhor presente que alguém jamais me deu." Então eu deitei na manjedoura e Jesus olhou para mim e ele me disse que eu poderia ficar com ele - para sempre.
Quando o pequeno Misha terminou sua história, seus olhos estavam cheios de lágrimas. Ele deitou sua cabeça na mesa e chorou. O pequeno órfão havia encontrado alguém que nunca abandonaria ele ou abusaria ele, alguém que ficaria com ele - para sempre. – autor original desconhecido. Tradução por Dennis Downing do site www.hermeneutica.com.br .

Criticando o Natal
Seria fácil criticar o desperdício, o excesso, a tentativa triste de comprar carinho numa extravagância de gastos. No entanto, no meio de tudo, este é um tempo genuíno de felicidade familiar; um dia em que brincamos juntos, livros são lidos e quebra cabeças juntadas, uma refeição é comida em família, sorrisos e beijos são abundantes; um dia em que tiramos a poeira e compartilhamos as nossas lembranças.

Será que posso encontrar em momentos como estes, o ecoar da “boa-nova de grande alegria”? Será que o menino Cristo, se assentasse debaixo da nossa árvore reluzente, ia condenar como grosseiro ou vazio tudo que ele via? Ou, será que ele iria rir e se alegrar e bater palmas com felicidade para ver seu milagre acontecer de novo e a vida tornar abundante em amor compartilhado? - J. Barrie Shepherd em “A Child Is Born” (Uma Criança Nasce). Christianity Today.

Cartões de Natal
Todos os anos (na época de Natal) leio este lembrete que chegou pelo correio há muitos anos:

Caso nossa maior necessidade fosse informação, Deus nos teria enviado um educador. Se nossa maior necessidade fosse a tecnologia, Deus teria nos enviado um cientista. Se nossa necessidade fosse dinheiro, Deus teria nos enviado um economista. Mas, uma vez que nossa maior necessidade era o perdão, Deus nos enviou o Salvador.

- Max Lucado em “Quando Deus Sussurra o Seu Nome”, Rio de Janeiro: CPAD, 1997, p. 49. [em www.hermeneutica.com.br]


O Presente Que Não Podia Esperar
Terry Schaefer queria comprar um presente de Natal muito especial para seu marido Davi. Mas, ela enfrentava dois problemas.
Problema # 1 era o custo.

Problema # 2 era encontrar o que ela queria.

Sua pequena cidade de Moline tinha poucas lojas e ela procurou em todo canto.
Quando ela finalmente encontrou o que queria para seu marido, ela quase desistiu por causa do preço.

Mas, porque ela não desistiu, a vida do seu marido foi salva.

Ela teria desistida, se não fosse pela ajuda do dono da loja. Ela não tinha o dinheiro suficiente. Era um presente muito caro. O salário de seu marido como policial, apesar de adequado, deixava pouco dinheiro sobrando no final do mês.

Ela perguntou se o dono da loja não poderia guardar o presente dela e deixar ela fazer os pagamentos até Natal. Ele disse que não.

Mas, aí ele disse “Por outro lado, não posso deixar você sair daqui sem seu presente.” Ele deu o presente a ela e apenas pediu que ela o pagasse quando pudesse.
Ela estava tão animada, que não conseguiu guardar o presente. Ela deu logo a seu marido Davi, apesar de que ainda era Outubro.

Aquela foi a segunda decisão que ela nunca se arrependeu de tomar. Apenas uma semana depois, às 7:00 da manhã, ela escutou alguém batendo à porta da sua casa. O parceiro de seu marido, o outro policial que andava sempre com ele estava em frente à porta dela - sozinho.

O rosto dele estava cansado e abatido. Ele entrou e sentou no sofá. Daí ele começou a explicar para ela como, na noite antes, o marido de Terry, Davi foi baleado com um tiro de um revolver calibre .45 - a queima roupa.

Terry suspirou, não de medo, mas de alívio. Alívio por ter comprado aquele presente que ela tanto queria para seu marido. Alívio por o dono da loja ter insistido que ela levasse. Alívio por seu marido estar vestido com o presente de Natal naquela noite.

Como resultado, seu marido Davi estava no hospital e não no necrotério. O corpo dele estava ferido, não com uma bala cravado no peito, mas apenas com uma contusão. Porque ele estava vestindo o colete a prova de balas, o presente de Natal, que sua querida esposa não podia esperar para dar a ele.

Todos nós recebemos algo semelhante.
De certa forma, todos nós recebemos um presente de Natal semelhante àquele que Davi Schaefer recebeu.
· É algo que pode lhe proteger
· É algo que, com certeza, salvará sua vida, se você abrir o presente e usar.
· É um presente destinado especialmente a você.
· É um presente adquirido por um grande esforço e a um custo muito alto.

Mas, afinal de contas, cabe a você receber o presente.
Cabe a você aceitá-lo.
Cabe a você abri-lo.
Cabe a você usá-lo.
Tudo isto, só você pode fazer.
Todo o resto, Deus já fez.

- Adaptada de uma pregação de Max Lucado em 26 de dezembro, 1993 na igreja Oak Hills Church of Christ em San Antonio, Texas. [em www.hermeneutica.com.br]

O Que Jesus Fez Por Nós
[No Natal, pensamos em dar e receber presentes. Mas, ninguém nos deu tantos presentes e de tanto valor quanto o nosso Senhor Jesus Cristo.] 
- Jesus virou pobre, para que nós pudéssemos ser ricos.
2 Cor 8:9 "pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos."
- Jesus nasceu, para que nós pudéssemos nascer de novo.
João 1:14; 3:2,7 "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai….. 'Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo.' "
- Jesus virou servo, para que nós pudéssemos ser filhos.
Gal 4:6-7 "E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! 7 De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus."
- Jesus não teve lar, para que nós pudéssemos ter um lar celestial.
Mat 8:20 "Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça." ….
João 14:2 "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar."
- Jesus passou fome, para que nós fôssemos fartos para sempre.
Mat 4:2 " E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome."
João 6:50 "Este é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não pereça."
- Jesus teve sede para que nós pudéssemos ser saciados para sempre.
João 19:28 "Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede!"
João 4:13-14 "13 Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; 14 aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede"
Jesus foi despido, para que nós pudéssemos ser vestidos.
Mat 27:27-28 "27 Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. 28 Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate;" Gal 3:26-27 " 26 Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; 27 porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes."
- Jesus foi desamparado, para que a gente nunca fosse abandonado.
Mat 27:46 "Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?"
Mat 28:20b "…E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século."
- Jesus foi amarrado, para que nós pudéssemos ser libertados.
Mat 27:1-2 "Ao romper o dia, todos os principais sacerdotes e os anciãos do povo entraram em conselho contra Jesus, para o matarem; 2 e, amarrando-o, levaram-no e o entregaram ao governador Pilatos."
João 8:33-36 " 34 Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. 35 O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. 36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres."
- Jesus foi feito pecado, para que nós fossemos justificados.
2 Cor 5:21 " Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus."
- Jesus morreu para que nós pudéssemos viver.
João 5:24 "Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida."
- Jesus desceu para que nós pudéssemos subir.
João 6:38 "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou."
1 Tess 4:16-17 " 16 Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; 17 depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor."
-- adaptado de Larry Farthing [em www.hermeneutica.com.br]

"O menino que viu como Jesus"
A seguinte história foi contada sobre uma família que parou numa lanchonete no dia de Natal. Eles estavam viajando, longe de casa, e pararam para descansar e almoçar.

A família de Nancy eram os únicos com crianças na lanchonete.
Nancy conta como foi.

"Eu coloquei Joãozinho, de dois anos, numa cadeira de bebê e notei que a lanchonete era calmo e todo mundo estava comendo e conversando.

De repente Joãozinho gritou "Oi, amigo."

Meu filho bateu na mezinha da cadeira e seus olhos estavam alegres e animados.
Ele estava sorrindo e gaguejando.

Eu olhei ao redor e vi a pessoa para quem ele falou.

Num canto, perto da porta, estava sentado um mendigo.

A roupa do homem estava suja e manchada.
Eu podia ver os dedos de um dos seus pés num sapato desgastado. Seu cabelo estava assanhado.
Sentamos um pouco longe dele, mas eu imaginei como era o cheiro do homem.

O mendigo acenou no ar meio doido. "Olá meu amiguinho. Oi homenzinho. Tudo bem?" ele falou para Joãozinho.

O que é que a gente faz,"? eu perguntei a meu marido.

"Oi. Olá," gritou Joãozinho para o homem.
Todo mundo na lanchonete olhou para a gente e depois para o homem.

Nosso almoço chegou e daí o homem realmente começou a gritar. "Meu amiguinho! Você conhece 'Atirei um pão no ga-tô-tô'"… ?

Ninguém achou graça no mendigo. Ele obviamente estava bêbado.

Eu e meu marido ficamos constrangidos.
Mas, não queríamos criar uma cena.
Tentamos ignorar o velhinho.
Comemos em silêncio.

Mas, Joãozinho não.
Ele cantou tudo que sabia e o mendigo continuou com seus comentários.

Finalmente acabamos nossa refeição e fomos sair.

Meu marido foi pagar a conta e pediu que eu saísse logo da lanchonete.

O mendigo estava perto da porta.
Eu orei "Ó senhor, me deixe sair daqui antes que ele fale de novo com Joãozinho."

Quando passei perto do homem eu virei de costas para ele.
Quando fiz isso, Joãozinho se inclinou de repente e se jogou para o mendigo.

Antes que podia parar ele, Joãozinho já estava nos braços do homem.

De repente um velhinho, sujo e de mau cheiro e um menino pequenino consumaram sua amizade.
Num ato de confiança total, Joãozinho deitou sua cabecinha no ombro do mendigo e sorriu.

O mendigo fechou os olhos e ninou e balançou Joãozinho em seus braços.
O tempo parecia parar.

Finalmente o velhinho abriu seus olhos e olhou diretamente nos meus.

"Tome cuidado deste menino." Ele conseguiu dizer.
"Eu vou, sim." Eu disse, mal conseguindo falar.

Ele levantou Joãozinho do seu ombro, e, com ternura e muita dificuldade, como se tivesse doendo muito, colocou meu menino de volta nos meus braços.

O homem disse "Deus te abençoa doutora. Você me deu meu presente de Natal."

Eu mal consegui falar. Estava tão envergonhada.
Com Joãozinho nos meus braços, corri para o carro.

Meu marido me perguntou porque eu estava chorando.
Eu só conseguia dizer "Meu Deus, meu Deus, me perdoe."

Eu havia acabado de testemunhar o amor de Cristo por meio de uma criancinha.
Meu filho não viu nenhum pecado, e não fez nenhum julgamento. Ele, uma criança, viu uma alma, quando eu, uma Cristã só vi roupa suja.

Eu fui uma Cristã que era cega, segurando uma criança que não foi.

Eu senti como se Deus estivesse me perguntando
"Você está disposto a compartilhar seu filho por um momento, quando eu compartilhei o meu para eternidade"?

Aquele mendigo me lembrou também, que para entrar no Reino, precisamos todos nos tornarmos como crianças.
- autor desconhecido [em www.hermeneutica.com.br]

"As Duas Vindas do Senhor"
O Senhor Jesus Cristo a quem nós exaltamos no Natal não é só um bebê em uma manjedoura. Ele não é uma figura numa história de crianças. Ele é muito mais.
- A primeira vez que Ele veio, Ele veio ocultado na forma de uma criança. A próxima vez quando vem, e nós acreditamos que será em breve, Ele virá desvelado, e será abundantemente e imediatamente claro para todo o mundo quem Ele realmente é.
- A primeira vez que Ele veio, uma estrela marcou a sua vinda. A próxima vez que Ele vem, os céus inteiros irão se recolher como um pergaminho, e todas as estrelas cairão do céu, e Ele iluminará tudo.
- A primeira vez que Ele veio, magos e pastores trouxeram presentes para Ele. A próxima vez que Ele vem, Ele trará presentes, recompensa para os que são dEle.
- A primeira vez que Ele veio, não havia nenhum lugar para Ele. A próxima vez que Ele vem, o mundo inteiro não poderá conter a glória dEle.
- A primeira vez que Ele veio, só alguns assistiram a chegada dEle – alguns pastores e magos. A próxima vez que Ele vem, todo olho O verá.
- A primeira vez Ele veio como um bebê. Logo ele virá como o Rei Soberano e Senhor.
Green, Michael P., Illustrations for Biblical Preaching, (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House) 1989, [Online] Available: Logos Library System. [emwww.hermeneutica.com.br]

Abrindo nossos presentes
Imagine como um pai se sentiria, se no dia de Natal quando as crianças recebiam seus presentes, elas só olhavam e diziam “obrigado,” e os colocavam de lado, sem nenhuma tentativa de abrir, nem mesmo para descobrir o que os presentes eram!
Imagine como o Senhor deve se sentir quando ele deu presentes a nós que ele quer que usemos, mas, nós nunca nos esforçarmos para descobrir o que eles são, nunca os ponhamos em uso, e depois nos desculpamos de serviço na igreja dizendo que nós não podemos fazer nada!
- Green, Michael P., Illustrations for Biblical Preaching, (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House) 1989, [Online] Available: Logos Library System. [em www.hermeneutica.com.br]

Uma história de Natal
A história de John Pierpont é uma seqüência de fracassos. Após formar-se na Universidade de Yale, iniciou sua carreira de professor, mas faltava-lhe energia para manter a ordem na classe. Por isso, fracassou como docente. Tentou a advocacia, mas era excessivamente escrupuloso, e os colegas mais espertos sempre levavam a melhor sobre ele. E mais uma vez fracassou. Resolveu ser comerciante, mas vendia muito barato e não sabia dizer não aos pedidos de fiado. Também fracassou.

Talvez o pastorado fosse o lugar ideal para uma pessoa tão generosa. Por isso, John Pierpont matriculou-se no curso de Teologia da Universidade de Harvard. Formou-se e foi ordenado pastor, mas fracassou também no pastorado. Tentou a política, porém não conseguiu eleger-se para nenhum cargo.

John Pierpont faleceu em 1866, com oitenta e um anos de idade, alquebrado por inúmeras frustrações. Seu corpo foi sepultado no Cemitério de Mount Auburn, em Cambridge, Massachusetts. E sobre seu túmulo há uma pequena lápide de granito, onde está escrito: JOHN PIERPONT - POETA, PREGADOR, FILÓSOFO, FILANTROPO. Ele viveu seus últimos anos num emprego muito humilde, numa das subseções do Ministério da Fazenda, em Washington, abrindo e fechando gavetas de arquivos.

Mas o nome de John Pierpont ficou gravado na história não por seus fracassos, mas por um grande sucesso. Numa fria tarde de inverno, enquanto caía a neve, ele escreveu numa partitura as notas de Jingle Bells, a canção que celebra a alegria de se deslizar pelo escuro gelado das noites brancas, num trenó puxado por um cavalo. Quase cento e cinqüenta anos após o falecimento de John Pierport, milhões de pessoas ao redor do mundo são embaladas por essa linda canção de Natal. Apesar de tantos fracassos, uma única canção foi o suficiente para gravar na História o nome de John Pierpont.

Muito mais importante do que ter o nome gravado na História é tê-lo escrito no Livro da Vida. Neste livro estão gravados os nomes daqueles que viverão eternamente felizes com Jesus. “Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Apocalipse 21.3,4). Foi para nos garantir essa felicidade que Jesus veio ao mundo. Ele nasceu, viveu e, por fim, morreu pregado em uma cruz para pagar pelos nossos pecados e nos garantir a salvação. A Bíblia diz: ”Dificilmente alguém morreria por um justo. Mas Deus prova o seu própria amor para co­nosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda peca­dores. Logo, muito mais agora, sendo justi­ficados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Romanos 5.7-9). 
- Rev Adão Carlos no boletm da Igreja Presbiteriana de Campinaswww.ipcamp.org.br

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