"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3:16. "

Descansa no Senhor, e espera nele; não te enfades por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa maus desígnios. Salmos 37.7


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26/09/2014

SEGUINDO O EXEMPLO DE CRISTO!

SEGUINDO O EXEMPLO DE CRISTO!

“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hebreus 10.25).

  Qual é o tema abordado aqui?
Se lermos alguns capítulos da carta aos Hebreus, percebemos que o assunto abordado tem muito a ver com as reuniões formais da igreja. E, o ponto fulcral é ensinar-nos que a participação na reunião da igreja  não é apenas o nosso dever, mas também o nosso suporte, o meio pelo qual somos fortalecidos e incentivados a perseverar no Senhor.
O ajuntamento público do povo de Deus é um dos meios apontados pelo próprio Deus para nos guardar. A isso chama-se: um “meio da graça”, ou, numa linguagem mais acessível, reunimo-nos porque precisamos fazê-lo.
_ Quem são essas pessoas tão fortes e tão supremamente santas, que não precisam desse meio de graça designado por Deus?
_ Elas são realmente tão fortes, tão seguras, tão maduras e tão independentes que não precisam da adoração e do ministério comum da Palavra que o Bom Pastor designou para as Suas ovelhas?
_ Não haverá nisso muita arrogância da parte daqueles que se acham melhores do que a igreja? Quanta tolice...
As pessoas que acham que podem fazer a caminhada cristã fora da "igreja", estão a cortejar o pior de todos os perigos e parecem não se dar conta disso.
Se realmente somos cristãos, se nascemos de novo, o nosso exemplo, em tudo, deve ser o nosso Salvador. No tocante à reunião do povo de Deus num lugar público criado para esse efeito , também aqui, o nosso Senhor  é o exemplo que devemos seguir. Após o seu baptismo e a tentação no deserto, Ele voltou para Nazaré e, no sábado foi à reunião na sinagoga “como era seu costume”. A Bíblia mostra-nos que era prática do nosso Senhor participar, com o povo de Deus, no culto público de adoração.
_ Se o nosso Senhor e Salvador, aqu'Ele que acima de todos os outros era agradável a Deus em todas as coisas,  o único Homem supremamente perfeito, sem sombra de pecado, o próprio Deus encarnado; nos deu o exemplo de que, mesmo Ele, não negligenciava o culto público regular, quem somos nós para pensar que o podemos fazer?
_ Será que no tempo de Jesus  havia perfeição nas pessoas que congregavam com Ele? Não creio nisso. Mas, a despeito das imperfeições, da falta de amor, de  humildade e de tudo o que acontecia ali, que era indigno d'Ele, Cristo viu o culto público como uma provisão divina para a sua vida. Mesmo o nosso Senhor precisava disso e foi fiel.
Porque é que vamos à "igreja", ao templo ou à casa de oração?
_ Vamos à "igreja" porque fazemos parte dela, precisamos dela e é gratificante para nós, mas, creio que o principal motivo que nos devia levar lá é o amor e a obediência ao Deus que nos salvou e que  nos ordena a fazê-lo. A Palavra de Deus diz-nos que, se realmente O amamos, amamos os nossos irmãos _ "Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." (1 João 4:20-2) _  então, a nossa participação nas reuniões públicas é uma oportunidade para exercer esse amor e para compartilhar as alegrias e as tristezas que nos unem em Cristo.
Saibamos ou não, aceitemos ou não, não podemos viver uma vida cristã saudável e plena sem esses encontros. E... A nossa atitude em relação a isto diz tudo sobre nós e a nossa condição em Cristo.
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